o Fluminense passou a próxima fase, em segundo no seu grupo, mas passou. Agora não podem ser mascarados os erros da nau tricolor nessa Libertadores. Ser eliminado por Argentino Juniors e Nacional do Uruguai seria um mico vexaminoso para o time caro e cheio de estrelas como é o do Fluminense.
Você ter Fred, Deco, Conca, entre outros no elenco e ter que ir para um jogo de vida ou morte contra um time do Argentino Jrs. - que apesar de atual campeão argentino, se desmontou no segundo torneio do ano passado, e pouco se reforçou para a Libertadores - não pode ser considerado satisfatório, o time do Flu tem que render mais, e não apenas o futebol seguro do meio para a frente para atrapalhado na defesa, se for pra vir, que venha de uma vez Abel Braga pois se algo acontecer colocar as culpas nas costas de Enderson moreira ou somente defenestrar os jogadores por não conseguir passar pelo catimbeiro Libertad será uma covardia sem tamanho.
O Flu passou, de forma incrível e louvável, mas é muito pouco para quem tanto investiu, é muito pouco para o time que erga a faixa de atual campeão brasileiro, e isso não pode ser esquecido.
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sábado, 23 de abril de 2011
O "incrível" Flu e sua jornada a partir de agora
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sábado, 1 de maio de 2010
A Semana de Libertadores
O Internacional foi prejudicado pela arbitragem sim, Kléber foi mal expulso, teve um gol em impedimento, mas também houve gol legítimo anulado do Banfield, mas nada, nada mesmo justifica a apatia, o cavardismo, o medo excessivo, a falta de vontade colorada na partida, atitude de quem não quer ganhar, de quem tem medo do jogo, de quem não tem a mínima vontade de estar ali, o que não pode ser o caso, eles estavam jogando a principal competição das américas, o principal jogo do time no ano e o time foi tudo isso que se viu. Parece que Fossati perdeu o grupo mesmo, a semana foi horrorosa, as atuações foram horrorosas, as escolhas de Fossati todas deram muito errado e a não ser que algo novo acontece o Internacional parece não ter forças para virar o placar, contra um time que se não brilhante, compensou sua menor qualidade com uma disposição característica dos argentinos, e com um coletivismo marcante na equipe verde e branca. De classificação previsível para o colorado, parece que agora as coisas inverteram.
O São Paulo conseguiu um empate contra o retrancado Universitário, que jogava em casa e transformou o jogo em um embate completamente sem graça, chato e preguiçoso, no jogo dos times que sofreram ambos apenas dois gols na Libertadores o resultado mais lógico era o zero a zero, e fica tudo para São Paulo.
O Cruzeiro com a noite brilhante de Thiago Ribeiro fez um primeiro tempo de luxo, fez três, poderia ter feito mais, mas no segundo tempo com o Nacional colocando mais um zagueiro para a sobra a equipe uruguaia fez o seu gol e com um pouquinho maios de ambição poderia ter complicado mais a partida, fica a lição que se durmir um minuto em Montevidéo com a torcida uruguaia empurrando a equipe adversária o jogo pode se tornar perigoso, mas um primeiro momento o Cruzeiro, do artilheiro Thiago Ribeiro deverá não ter muitos problemas para chegar as quartas e esperar pelo São Paulo em mais um confronto brasileiro.
E falando em confronto brasileiro, num jogo ruim, com um mundo d'água caindo no Rio de Janeiro, em um campo sem condições alguma para a pratica do futebol, numa atuação discretíssima de ambas as equipes e que se não fosse um penalti do fraco e horroroso Moacir a partida teria ficado mesmo num zero a zero, Ronaldo não tocou na bola (chegou a dominá-la de canela), Adriano ao menos fez o gol de penalti, mas foi mal também, e as maiores não aparecendo o jogo foi ruim, muito ruim. Em São Paulo o Corinthians terá que sair da sua característica, e terá que atacar, e não ficar tocando a bola de um lado para o outro sem pressa alguma, e o Flamengo terá que se defender algo que também não está acostumado, o confronto será interessante.
O São Paulo conseguiu um empate contra o retrancado Universitário, que jogava em casa e transformou o jogo em um embate completamente sem graça, chato e preguiçoso, no jogo dos times que sofreram ambos apenas dois gols na Libertadores o resultado mais lógico era o zero a zero, e fica tudo para São Paulo.
O Cruzeiro com a noite brilhante de Thiago Ribeiro fez um primeiro tempo de luxo, fez três, poderia ter feito mais, mas no segundo tempo com o Nacional colocando mais um zagueiro para a sobra a equipe uruguaia fez o seu gol e com um pouquinho maios de ambição poderia ter complicado mais a partida, fica a lição que se durmir um minuto em Montevidéo com a torcida uruguaia empurrando a equipe adversária o jogo pode se tornar perigoso, mas um primeiro momento o Cruzeiro, do artilheiro Thiago Ribeiro deverá não ter muitos problemas para chegar as quartas e esperar pelo São Paulo em mais um confronto brasileiro.
E falando em confronto brasileiro, num jogo ruim, com um mundo d'água caindo no Rio de Janeiro, em um campo sem condições alguma para a pratica do futebol, numa atuação discretíssima de ambas as equipes e que se não fosse um penalti do fraco e horroroso Moacir a partida teria ficado mesmo num zero a zero, Ronaldo não tocou na bola (chegou a dominá-la de canela), Adriano ao menos fez o gol de penalti, mas foi mal também, e as maiores não aparecendo o jogo foi ruim, muito ruim. Em São Paulo o Corinthians terá que sair da sua característica, e terá que atacar, e não ficar tocando a bola de um lado para o outro sem pressa alguma, e o Flamengo terá que se defender algo que também não está acostumado, o confronto será interessante.
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domingo, 21 de março de 2010
A Volta da Raça Uruguaia
Quando no início da Libertadores olhava-se os times uruguaios presentes e detectava-se apenas a presença do Nacional, então não se via o gigante Peñarol, ou os médios Danúbio e Defensor, ou mais a grata revelação do ano passado o River Plate que chegou a semi da Sulamericana e perdeu para a altitude e o bom time da LDU, o que se via eram dois pequenos de Montevidéo - Racing e Cerro - e a expectativa era de que ambos fossem figurantes e levassem o futebol uruguaio para um buraco ainda maior.
O Nacional lidera o grupo que conta com o atual campeão argentino Banfield - que enfraqueceu ao perder Santiago Silva que voltou para o Vélez - e o sempre forte futebol mexicano representado pelo Morélia, além das alturas do Deportico Cuenca colombiano, e mesmo o time tendo vendido a sua maior promessa de craque dos últimos anos o meia Nicolás Lodeiro para o Ajax, manteve a base da última Libertadores com o promissor zagueiro Coates - de apeas 19 anos - os meias O.J.Moralez, e seu homônimo Alvaro González - ex-Boca - além dos bons Varela - Ex-Shalke - Guigou e dos jovens Cabrera e Pereyra. No ataque Regueiro - ex-Valência e Racing Santander - e Diego Vera são muito perigosos, e com isso conseguiram uma vitória espetacular contar Banfield na Argentina por 2x0 e praticamente encaminhando a sua classificação para a segunda fase, visto que 11 pontos deve garantir a vaga como segundos colocados também.
As surpresas começam com o pequeno Racing que passou eliminando na pré-Libertadores o Atlético Junior em um grande resultado em Bogotá num empate e depois fazendo o serviço em casa, tendo no bom Cauteruccio, e com o referencial com Líber Quiñonez, uma ameça constante deu um susto no Corinthians ao sair ganhando do Timão no Pacaembu e fazendo a trupe de Ronaldo suar muito e ganhar com dois gols improváveis de Eliás, ganhou com com autoridade do Cerro Porteño paraguaio em casa e empatou fora contra os sempre perigosos colombianos do Independiente Medellín, dando mostras de força e se conseguir manter a boa campanha tem tudo para brigar até a última rodada pela vaga de segundos colocados, mas mesmo assim pelo equilíbrio do grupo acaba se tornando forte candidato para perder a vaga nos critérios técnicos.
Já o Cerro não, com uma série de bons jogadores como os atacantes Alejandro Mello e Rodrigo Mora,o lateral Fleitas, o zagueiro Ibáñez, o meia Sebastián Suarez e o goleiro Frascarelli, dão liga ao time que com uma ambição maior poderia ter até ganho o jogo do Inter em Rivera, vista a má partida da equipe colorada, e da falta de ambição da equipe do Cerro que jogou com medo excessivo, mas a equipe está bem encaminhada a equipe lidera com 7 pontos, tem o jogo no Brasil onde qualquer resultado diferente da derrota será um belíssimo resultado, e isso atrelado a uma vitória em casa e um empate fora deve garantir a classificação inédita para a equipe das redondezas de Montevidéo, e o Inter que se cuide, pelo demonstrado em Rivera o contra-ataque albi-celeste pode ser mortal se o time Colorado não se cuidar.O futebol uruguaio volta a Copa do Mundo, aos trancos e barrancos vai se levantando de uma draga que parecia não ter fim, bons jogadores sendo revelados, e uma disposição característica o futebol uruguaio parece estar disposto a ocupar a vaga que a Argentina está deixando vaga, de competir com o Brasil pelos títulos dentro da América do Sul, o Nacional é o mais forte, agora o Cerro não deve ser desprezado.
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