Grêmio e COrinthians fizeram a minha abertura de fato do CB 2011, fiquei mais nervoso nesse jogo - o primeiro de 38 - do que em todos do primeiro semestre - claro, fora a pagação de mico contra o Tolima, e incluindo a final do Paulista - e foi um jogo fraco, muito fraco tecnicamente, no primeiro tempo o Grêmio sufocou o Corinthians muito mais pela vontade, pela torcida, do que por sua qualidade. No segundo tempo o jogo deu uma melhorada, mas ainda assim é pouco, muioto pouco, para duas equipes que dependem do CB para salvar o seu ano.
Destaques mesmo só Ralf - de partida assombrosa na marcação de Douglas pelo Corinthians, que só tocou na bola na hora do penalti, ou em erros de passe nos contra-ataques - e querem que eu engula que ele é craque - e Liédson que fez um gol, sofreu um penalti e no segundo tempo jogando dentro da área é decisivo, fora da área no primeiro tempo foi muito mal. No Grêmio Neuton no primeiro tempo como lateral e no segundo como zagueiro foi muito bem, mais raça, mais qualidade, e muito mais marcação do que Gilson, antigo titular, e como sempre Fábio Rochemback foi um gigante no meio-campo.
Ambos precisam se reforçar muito, a continuação do campeonato é longa e ambos não tem elenco para chegar perto de uma Libertadores, hoje numa projeção ficariam ali pelo décimos lugares. O que é pouco, muito pouco.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
Impossível e improvável não...mas muito difícil!
È a missão do Grêmio semana que vem no Chile, com uma atuação muito ruim, contra um time copeiro, experiente e com jogadores qualificados com a bola nos pés, o Grêmio não conseguiu ser páreo para a equipe do Universidad Católica, que com o centro-avante Lucar Pratto em noite inspirada ganhou sem sofrer tantos sustos, e ainda perdeu chances do no ifnal ampliar a vantagem que levará para o segundo jogo.
Leandro foi mal, foi bem marcado - em alguns momentos violentamente marcado - e não apareceu, Rochemback correu para todos os lados ao lado de Adilson, Willian Magrão irreconhecível foi outro que pouco apareceu, não conseguiu render como o volante responsável pela saída de bola pelo lado direito de ataque, com isso o único que tinha espaço para jogar no meio-campo era Douglas, e aí já viu, com a tradicional preguiça ele apareceu em dois momentos no jogo, na bola na trave no primeiro tempo, e no gol de longe - por sinal golaço - no segundo tempo, pouco, muito pouco para um jogador que é considerado p rincipal do elenco gremista e em quem se deposita tantas fichas.
Outro coisa que não dá mais é Gilson na esquerda, ele já teve todas as chances imagináveis possiveis e não foi bem em nenhuma delas, a torcida já pegou no seu pé faz tempo, Neuton - sem bruno Collaço - é uma opção muito mais razoável para o setor.
Sem Borges fica a dúvida de como será montado o ataque no Chile, sem Borges, mas desde juá para conseguir algo no Chile o Grêmio terá que evitar a principal arma da equipe adversária - o toque de bola lento pelo meio-campo - e isso se faz acelerando o jogo, e marcando em cima, todas características da principal ausência do primeiro jogo. Lúcio.
Será um drama, e a tendência é a de que a classificação não seja alcançada.
Mas isso não quer dizer impossível, isso não quer dizer improvável.
Aliás o Fluminense fez essas palavras cairem em desuso em se tratando de futebol recentemente.
Leandro foi mal, foi bem marcado - em alguns momentos violentamente marcado - e não apareceu, Rochemback correu para todos os lados ao lado de Adilson, Willian Magrão irreconhecível foi outro que pouco apareceu, não conseguiu render como o volante responsável pela saída de bola pelo lado direito de ataque, com isso o único que tinha espaço para jogar no meio-campo era Douglas, e aí já viu, com a tradicional preguiça ele apareceu em dois momentos no jogo, na bola na trave no primeiro tempo, e no gol de longe - por sinal golaço - no segundo tempo, pouco, muito pouco para um jogador que é considerado p rincipal do elenco gremista e em quem se deposita tantas fichas.
Outro coisa que não dá mais é Gilson na esquerda, ele já teve todas as chances imagináveis possiveis e não foi bem em nenhuma delas, a torcida já pegou no seu pé faz tempo, Neuton - sem bruno Collaço - é uma opção muito mais razoável para o setor.
Sem Borges fica a dúvida de como será montado o ataque no Chile, sem Borges, mas desde juá para conseguir algo no Chile o Grêmio terá que evitar a principal arma da equipe adversária - o toque de bola lento pelo meio-campo - e isso se faz acelerando o jogo, e marcando em cima, todas características da principal ausência do primeiro jogo. Lúcio.
Será um drama, e a tendência é a de que a classificação não seja alcançada.
Mas isso não quer dizer impossível, isso não quer dizer improvável.
Aliás o Fluminense fez essas palavras cairem em desuso em se tratando de futebol recentemente.
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