Júlio César - Cori
Willian - Cori
Edcarlos - Cru
Émerson Nunes - Avaí
Jucilei - Cori
Montillo - Cru
Conca Flu
D'Alessandro - Inter
Bruno César - Cori
Neymar - Sant
Jonas - Gre
Téc: Cuca
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Rodada #27: Cartola FC
Que se passa Mengo?
Silás falando mal de jogadores em entrevista, Zico indo embora por causa da perseguição sofrida dentro do clube que ele mais que ninguém projetou mundialmente, suspeitas de fraude em tranferências de jogadores e do complexo CFZ para o clube, Patrícia Amorim a presidente que desapareceu no meio da crise - há semanas que não aparece na TV para tentar apagar um pouco do incêndio - , ex-diretor de organizada que vem dando ás cartas dentro do clube, isso e outras guerras internas vem deteriorando o Flamengo que vai caindo vertiginosamente e está prestes a se juntar ao Atlético Mineiro na segundona do ano que vem.
Esse era tipo de risco que Zico não precisava. Deixou seu nome sob desconfiança, deixou sua credibilidade a prova, e seu estatus de ídolo - ainda intocável, é claro - abalado dentro do clube. Júnior tentou uma vez no próprio Flamengo, Rivelino no Corinthians, Pelé no Santos, Mário Sérgio no Grêmio, todos tentaram algo parecido,se tornar dirigente e trazer o crescimento que deveria ter sido alcançado na sua época de jogador, todos ídolos absolutos dentro de seu clube, mas que no papel de dirigentes acabaram fracassando tudo o que tentaram, muito por causa da bomba relógio que se transformou nosso futebol.O Fato de não serem profissionais piora a situação, ambos foram para dentro do clube com a certeza de que por serem ídolos conseguiriam trazer a paz necessária para o time crescer, o que ainda não aconteceu.
Alguns não deixaram legado algum para a gestão posterior.
No Flamengo piora com a proximidade do Z-4, algo que cada vez mais parece certo, o time é ruim, a defesa é envelhecida e parece uma piada, o meio-campo até tenta alguma coisa quando Léo Moura e Juan estão por ali mas acaba sendo ineficaz porque o ataque com Diogo e Deivid ambos fora-de-forma vindos das férias européias ainda não deu a resposta que todos esperavam.
Se Silás não modificar o seu comportamento - o que não acontecerá - o Flamengo vai retinho para a Serie B ano que vem, e sendo o Flamengo a bomba relógio que é, o horizonte do rubro-negro não é nada animador.
A carta de Zico:
"No dia em que aceitei o convite para ser diretor-executivo de futebol do Flamengo fiz questão de me manifestar através do meu site oficial, que sempre foi minha voz, meu canal de comunicação com as pessoas que me acompanham. E não poderia ser diferente agora que venho comunicar minha saída do clube.
"Considero nesse momento que não é possível fazer no Flamengo aquilo que eu gostaria. Percebo que a minha presença não tem sido favorável e, desde a minha chegada, vem causando o descontentamento de muitas pessoas. Não há condições para eu continuar.
"Estou sendo atacado injustamente, principalmente através de meus filhos, que em nenhum momento se envolveram em nada que estivesse em desacordo com os conceitos éticos e morais que aprendi com meu pai. Minha vida sempre foi calcada no trabalho, no respeito e no embate franco diante dos desafios. Não posso permitir que esse duelo covarde continue a acontecer usando a minha família, que vem se desgastando nas últimas semanas.
"Queria agradecer a Patrícia pela oportunidade de tentar fazer mudanças que considero importantes para o Flamengo, não apenas no futebol profissional. Meus planos seguiam pelas divisões de base, de onde eu vim, e vislumbravam a construção de um Centro de Treinamento - que sempre foi um sonho desde os tempos em que eu ainda jogava no clube. Espero que estas sementes não sejam desperdiçadas.
"Tomar uma decisão como essas não é fácil. Mas espero que todos entendam que não posso carregar comigo a desconfiança de um dos setores mais importantes do clube, o Conselho Fiscal. E não há condições de debater com essas pessoas que estão a serviço de sabe-se lá quem ou o que, dispostas a jogar sujo e minar o próprio clube.
"Quando aceitei o desafio de assumir o futebol do Flamengo, sabia das dificuldades e meu discurso era no sentido de uma atuação de consenso, unindo forças dentro do Flamengo. O objetivo era angariar o apoio de quem quisesse o bem do clube.
"Não travo batalhas de poder e dinheiro, jamais fiz em nenhum lugar por onde passei. Minha arma na guerra sempre foi o trabalho, a transparência e a lisura com as quais segui conduzindo cada negociação que fiz ao longo desse período como dirigente. Minha vida sempre foi aberta a quem quisesse pesquisar e, se não consegui levar o CFZ do Rio à Primeira Divisão do Rio, muita gente sabe que foi também por não me curvar aos desmandos de quem comandava o futebol carioca.
"Se eu cometi erros como diretor- e sou humano para isso – saibam que agi sempre no intuito de acertar e observando o que julgava melhor para o Flamengo. Em nenhum momento desonrei quem acredita em mim.
"Gostaria de agradecer ainda a cada funcionário do clube que me apoiou nesse período. Infelizmente não vai ser possível cumprimentar um a um, mas espero que todos se sintam abraçados por mim. E dizer aos jogadores, a quem eu também agradeço pelo apoio constante, que eu confio na capacidade deles de superar essa situação.
"Dediquei quase toda a minha carreira como jogador profissional ao Flamengo, centenário, histórico, de muitos ídolos e que me ajudou a ser quem eu sou hoje. Esse clube, onde me formei e me tornei um ídolo, precisa voltar a ser grande. O caminho da grandeza foi perdido não agora. Lamentavelmente é fruto de anos e anos de um sistema histórico incompatível com as coisas que eu acredito.
"Para mim, esta quinta-feira foi um dia especial porque nasceu meu neto Antonio, mas ao mesmo tempo morreu no meu coração esse Flamengo de hoje que está representado por essas pessoas, algumas delas que sequer conheço e atuam dentro do clube como se fossem os donos.
"Ao torcedor fica meu lamento e o maior agradecimento de todos. O que ouvi ao longo do tempo foi sempre apoio, incentivo, mensagens de força. Mas realmente, nesse momento sinto que a minha presença está prejudicando o clube. É preciso união e muita gente está mais preocupada em me tirar do cargo do que com o Flamengo. Portanto eu saio.
"Para encerrar, quem me conhece sabe que as acusações levianas envolvendo a minha família e o CFZ não vão ficar no esquecimento. Faço questão de ir atrás judicialmente de tudo o que foi dito dentro e fora do clube.
"Obrigado, Zico".
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Zico
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Que Gol É Esse?
E você ai achando que naquela futebolzinho de sábado jogou muito, que quando vê futebo feminino na TV acha uma porcaria, que não é futebol de verdade, que por fazer uns golzinhos meia boca se acha no direito de falar de qualquer um, então vê o gol da japonesa (isso mesmo, japonesa!) Kumi Yokohama de míseros 16 anos na final do mundial Sub-17 em Trinidad e Tobago.
É de outro mundo!
É de outro mundo!
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Que Gol É Esse?
Cartola FC Rodada #26: Ou é agora ou não é mais...
O time da rodada:
Julio César - Cori
Jonathan - Cru
Edcarlos - Cru
Leandro Euzébio - Flu
Diego Renan - Cru
Bruno César - Cori
Montillo - Cru
Conca - Flu
Washington - Flu
Jonas - Gre
Rafael Moura - Goi
Téc.: Cuca Cru
Julio César - Cori
Jonathan - Cru
Edcarlos - Cru
Leandro Euzébio - Flu
Diego Renan - Cru
Bruno César - Cori
Montillo - Cru
Conca - Flu
Washington - Flu
Jonas - Gre
Rafael Moura - Goi
Téc.: Cuca Cru
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Cartola FC
O que Inter e Corinthians fizeram aos viciados em futebol?
Eu vejo de dez a doze jogos semanais, vejo porque gosto, porque, como diz aí em cima o título do blog, sou viciado em futebol mesmo, se deixar discuto futebol 24 horas por dia e quem me conhece sabe disso. Mas são jogos como o desse domingo que fazem o vício valer a pena, foi uma aula tática de ambos os técnicos que erraram e acertaram durante a partida e protagonizaram uma das mais belas partidas desse ano, e o melhor desse CB.
O Corinthians como de custume adiantou a sua linha defensiva - é prave nos jogos do time, mas é uma mania irritante tanto de Mano quanto de Adilson - fazendo com que o Inter tivesse dificuldade em armar jogadas, e o Corinthians segurava a bola, trocasse passes as vezes irritantemente, e fazia o tempo passar. Bruno César muito mal colocado em campo, jogar pelo lado direito não é a sua, Iarley merecendo um capítulo a parte no final do post, e JH correndo - e só isso - de um lado para o outro. para algo mudar precisava de uma genialidade de alguém, e do lado colorado só um jogador podia fazer isso. D'Alessandro colocou Tinga na cara do gol, e competentemente Tinga colocou no canto do Corinthians, a partir disso o Corinthians tentou pressionar, sem muito perigo e em bola parada colocou uma bola na trave, mas apenas isso.
O segundo tempo foi alucinante, desejo de qualquer fã de futebol que ele não acabasse.
O Inter começou melhor teve algumas boas chances, Leandro Damião deu um drible lindo em Jucilei - até ai sumido - e o Inter pressionava, aí num contra-ataque e num lançamento primoroso para JH num toque de imensa categoria colacar na gavveta de Renan. Roth sente o perigo que a pressão do Corinthians dava ao Inter e colocou Alecssandro e Andrezinho,RC pregado na defesa deu lugar a Edu. Num ccruzamento de D'Ale, Alecssandro no seu primeiro toquie na bola e fez de cabeça o segundo gol colorado. Entrou ainda Danilo e Moacir para fechar os espaços que a defesa estava dando ao contra-ataque colorado, Bruno César apagado colocava a sua segunda bola na trave. Mas foi no fim que o jogo de ótimo passa a ser histórico. Escanteio que na confusão e numa saída bisonha de Renan, Paulo André cabeceia e Nei tira com a mão. Penalti. Bruno cobra e empata aos 46 do segundo tempo. Saída de bola e o Inter se joga a frente. Paulo André resvala e faz falta em Alecssandro. Andrezinho no meio da rua cobra a bola bate na cebeça de Moacir e entra no angulo de Júlio César. Como jogo foi sensacional.
Como Corinthiano deu raiva perder o jogo ainda mais na forma que foi,no finzinho, como amante do futebol fez valer a pena fechar a semana assim.em termos de campeonato, nessa altura é normal perder no Beira-Rio, só quero ver o Inter jogar isso contra o Fluminense também no final de outubro.
Quanto ao capítulo Iarley. Não dá para querer ser campeão com um centro-avante como Iarley, não aturo, dá raiva, ele é no máximo esforçado e atacante apenas esforçado não ganha campeonato, ou volta Dentinho de uma vez e sonho com Ronaldo ou vamos perder o CB para o Flu ou Cruzeiro.
O Corinthians como de custume adiantou a sua linha defensiva - é prave nos jogos do time, mas é uma mania irritante tanto de Mano quanto de Adilson - fazendo com que o Inter tivesse dificuldade em armar jogadas, e o Corinthians segurava a bola, trocasse passes as vezes irritantemente, e fazia o tempo passar. Bruno César muito mal colocado em campo, jogar pelo lado direito não é a sua, Iarley merecendo um capítulo a parte no final do post, e JH correndo - e só isso - de um lado para o outro. para algo mudar precisava de uma genialidade de alguém, e do lado colorado só um jogador podia fazer isso. D'Alessandro colocou Tinga na cara do gol, e competentemente Tinga colocou no canto do Corinthians, a partir disso o Corinthians tentou pressionar, sem muito perigo e em bola parada colocou uma bola na trave, mas apenas isso.
O segundo tempo foi alucinante, desejo de qualquer fã de futebol que ele não acabasse.
O Inter começou melhor teve algumas boas chances, Leandro Damião deu um drible lindo em Jucilei - até ai sumido - e o Inter pressionava, aí num contra-ataque e num lançamento primoroso para JH num toque de imensa categoria colacar na gavveta de Renan. Roth sente o perigo que a pressão do Corinthians dava ao Inter e colocou Alecssandro e Andrezinho,RC pregado na defesa deu lugar a Edu. Num ccruzamento de D'Ale, Alecssandro no seu primeiro toquie na bola e fez de cabeça o segundo gol colorado. Entrou ainda Danilo e Moacir para fechar os espaços que a defesa estava dando ao contra-ataque colorado, Bruno César apagado colocava a sua segunda bola na trave. Mas foi no fim que o jogo de ótimo passa a ser histórico. Escanteio que na confusão e numa saída bisonha de Renan, Paulo André cabeceia e Nei tira com a mão. Penalti. Bruno cobra e empata aos 46 do segundo tempo. Saída de bola e o Inter se joga a frente. Paulo André resvala e faz falta em Alecssandro. Andrezinho no meio da rua cobra a bola bate na cebeça de Moacir e entra no angulo de Júlio César. Como jogo foi sensacional.
Como Corinthiano deu raiva perder o jogo ainda mais na forma que foi,no finzinho, como amante do futebol fez valer a pena fechar a semana assim.em termos de campeonato, nessa altura é normal perder no Beira-Rio, só quero ver o Inter jogar isso contra o Fluminense também no final de outubro.
Quanto ao capítulo Iarley. Não dá para querer ser campeão com um centro-avante como Iarley, não aturo, dá raiva, ele é no máximo esforçado e atacante apenas esforçado não ganha campeonato, ou volta Dentinho de uma vez e sonho com Ronaldo ou vamos perder o CB para o Flu ou Cruzeiro.
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sábado, 25 de setembro de 2010
Rodada #25: Tá dificil isso daí cara...
Nem fazendo oitenta e poucos pontos na rodada houve recuperação. Vamos ao time dessa rodada, cheio de jogadores por mim nunca antes escalados.
Rogério Ceni (SP); Léo Moura (Fla), Antônio Carlos (Bota), Alex Silva (SP) e Thiago Feltri (AGO); Casemiro (SP), Kléberson (Fla) e Lucas (SP); Mazola (Gua), Ricardo Oliveira (SP) e Elias (AGO). Téc: Silás.
Rogério Ceni (SP); Léo Moura (Fla), Antônio Carlos (Bota), Alex Silva (SP) e Thiago Feltri (AGO); Casemiro (SP), Kléberson (Fla) e Lucas (SP); Mazola (Gua), Ricardo Oliveira (SP) e Elias (AGO). Téc: Silás.
O que pode fazer ele ser campeão?
Nessa rodada ficou mais que óbvio que o CB ficou entre três equipes - Corinnthians, Fluminense e Cruzeiro - onde desses três times, o Corinthians eu vi se não todos quase todos os jogos no CB, o Fluminense de igual forma pois desde de o início briga com o Corinthians e o Cruzeiro comecei a acompanhá-lo no pós-Copa, e hoje me perguntei o que pode fazer a diferença e dar a um deles o título nacional?
*O Corinthians tem em seu meio-campo o seu diferencial, o tripé Ralf-Eliás-Jucilei da velocidade ao time, marca forte e tem bom passe, se pode parecer defensivo usar um esquema com três volantes o fato do time ter o melhor ataque da competição desmente isso pois praticamente todos os jogadores tem liberdade para chegar dentro da área e o atime ainda poarece estar na ascendente com Adílson se conseguir levar assim até dezembro pode ser o grande favorito ao título.
*O Fluminense tem os melhores atacantes entre os três - Washington, Fred, Émerson e Rodriguinho - e ainda tem o luxo de ter Darío Conca - talvez o melhor jogador hoje do futebol nacional - e Deco como os armadores do time, jogadores capazes de inventar o gol a qualquer momento. Preocupa o fato de o time poarecer ter batido no teto com Muricy e resta ver se não acontecerá como no último ano quando o treinador deixou o time se abater no caso o Palmeiras - com a érie ruim de resultados, a volumosa vitória contra o Atlético Mineiro parece ter dado um pouco mais de moral ao grupo, vamos ver contra o Vitória que é muito forte jogando em casa.
*O Cruzeiro parece ser o time com mais alternativas entre os três, defesa muito sólida apesar de contar com Edcarlos(???) e Léo, mas Fábio no gol e Jonathan e Diego Renan são tanto bons na marcação quena to no apoio, e no meio Wálter Montillo - talvez o craque da Libertadores 2010 - chegou jogando muito e com o apoio qualificado de Róger pode aparecer mais na área para concluir algo que faz muito bem. O time vem de uma fase de sete vitórias em oito partidas e não dá mostras da onde esse time pode parar, dá mostras que vai até o final do CB brigando o que dá ares de final ao jogo contra o Corinthians, no Pacaembu, lá nas rodadas finais.
*O Corinthians tem em seu meio-campo o seu diferencial, o tripé Ralf-Eliás-Jucilei da velocidade ao time, marca forte e tem bom passe, se pode parecer defensivo usar um esquema com três volantes o fato do time ter o melhor ataque da competição desmente isso pois praticamente todos os jogadores tem liberdade para chegar dentro da área e o atime ainda poarece estar na ascendente com Adílson se conseguir levar assim até dezembro pode ser o grande favorito ao título.
*O Fluminense tem os melhores atacantes entre os três - Washington, Fred, Émerson e Rodriguinho - e ainda tem o luxo de ter Darío Conca - talvez o melhor jogador hoje do futebol nacional - e Deco como os armadores do time, jogadores capazes de inventar o gol a qualquer momento. Preocupa o fato de o time poarecer ter batido no teto com Muricy e resta ver se não acontecerá como no último ano quando o treinador deixou o time se abater no caso o Palmeiras - com a érie ruim de resultados, a volumosa vitória contra o Atlético Mineiro parece ter dado um pouco mais de moral ao grupo, vamos ver contra o Vitória que é muito forte jogando em casa.
*O Cruzeiro parece ser o time com mais alternativas entre os três, defesa muito sólida apesar de contar com Edcarlos(???) e Léo, mas Fábio no gol e Jonathan e Diego Renan são tanto bons na marcação quena to no apoio, e no meio Wálter Montillo - talvez o craque da Libertadores 2010 - chegou jogando muito e com o apoio qualificado de Róger pode aparecer mais na área para concluir algo que faz muito bem. O time vem de uma fase de sete vitórias em oito partidas e não dá mostras da onde esse time pode parar, dá mostras que vai até o final do CB brigando o que dá ares de final ao jogo contra o Corinthians, no Pacaembu, lá nas rodadas finais.
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Walter Montillo
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Rodada #24: A Volta do 4-3-3
Time do Cartola da rodada:
Rogério Ceni (SP); Ramón (Vas), Egídio (Vit), Leandro Euzébio (Flu) e Manoel (CAP); Maicossuel (Bot), Bruno César (Cor) e Elkeson (Vit); Jonás (Gre), Fernandão (SP) e Washington (Flu). Téc: Sérgio Baresi (SP)
Rogério Ceni (SP); Ramón (Vas), Egídio (Vit), Leandro Euzébio (Flu) e Manoel (CAP); Maicossuel (Bot), Bruno César (Cor) e Elkeson (Vit); Jonás (Gre), Fernandão (SP) e Washington (Flu). Téc: Sérgio Baresi (SP)
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Cartola FC
Neymar, Neymar... O Santos é teu Neymar!
Já escrevi dezena de vezes o que achava desse piá - sim um piá chato, metido a marrento, e que se acha craque e que nas duas finais que jogou esse ano que brilhou foram Ganso e Robinho, que levaram o time nas costas enquento a estrelinha nem firular firulava - mas a coisa chegou num ápice que não tinha visto ainda no futebol brasileiro, ele é dono do time, por que não quis ir para a Inglaterra, porque quis ficar no colinho da mamãe e porque quis ficar no lugar onde sabia que teria todos os seus desejos prontamente atendido, e pode chingar o treinador, o capitão ou qualquer um que ainda assim alguém dirá que é coisa de moleque, ou que ele é apenas abusado ou só muito jovem ainda. Não. Todo esses errados.
Neymar é irresponsável com o ser humano que montou um esquema onde ele e seus pudessem brilhar, é irresponsável quando resolve chingar até companheiros de time seus, é irreponsável quando dá entrevista sem o minímo conteúdo, quando faz as baladas nas horas erradas e acha que dar show contra Naviraiense ou o quebrado Clube do Remo é o suficiente, é irreponsável com Marcel que já bateu vários penaltis esse ano quatro ao todo - e ao contrário dele não errou nenhum - ele acertou 5 em 9 - ele esquece que ano passado ele acabou o ano no banco e em alguns jogos nem isso, e não foi só implicância de Luxemburgo, ele simplesmente não rendia quando entrava, e colocaram tudo na conta do antigo treinador. Será que era só dele, ou a expressão "filé de borboleta" não caia bem para o mimadinho.
Renê Simões foi muito feliz em suas declarações na semana passada, ele só errou na cronologia temporal do verbo: Não estavámos criando um monstro, ele já foi criado e ontem recebeu a dose de esteróides que faltava para para ele se achar ainda mais forte e maior do que é. Pobre Santos nisso tudo, quero ver se Edu Dracena, Marquinhos e alguns outros, líderes desse elenco continuarão colocando sua cabeça e carreira nas mãos de Neymar como faziam, correndo para apenas ele brilhar. Pobre Dorival que montou um esquema sólido, aventureiro mas sólido e viu todo seu esforço ruir por causa de um moleque inconsequente e mimado e que não tem uma pessoa para dizer-lhe que o mundo não é assim. Pobre Mano quero ver o que acharão de ter que jogar ao lado de um jogador com esse perfil, profissionais exemplares como Kaká, Maicon, Lúcio e alguns outros, e pobre de nós ter que aturar um palhaço como esse.
--------------------------------------------------------------------------------------------------
Em virtude de problemas com internet, computador e mudança de emprego e tal, o blog ficou um bom tempo desatualizado e parado. Para deixá-lo vou mudar o jeito de fazê-lo e assim que eu acabar o novo layout que estou fazendo começo a repassar o modo. Abraços.
Neymar é irresponsável com o ser humano que montou um esquema onde ele e seus pudessem brilhar, é irresponsável quando resolve chingar até companheiros de time seus, é irreponsável quando dá entrevista sem o minímo conteúdo, quando faz as baladas nas horas erradas e acha que dar show contra Naviraiense ou o quebrado Clube do Remo é o suficiente, é irreponsável com Marcel que já bateu vários penaltis esse ano quatro ao todo - e ao contrário dele não errou nenhum - ele acertou 5 em 9 - ele esquece que ano passado ele acabou o ano no banco e em alguns jogos nem isso, e não foi só implicância de Luxemburgo, ele simplesmente não rendia quando entrava, e colocaram tudo na conta do antigo treinador. Será que era só dele, ou a expressão "filé de borboleta" não caia bem para o mimadinho.Renê Simões foi muito feliz em suas declarações na semana passada, ele só errou na cronologia temporal do verbo: Não estavámos criando um monstro, ele já foi criado e ontem recebeu a dose de esteróides que faltava para para ele se achar ainda mais forte e maior do que é. Pobre Santos nisso tudo, quero ver se Edu Dracena, Marquinhos e alguns outros, líderes desse elenco continuarão colocando sua cabeça e carreira nas mãos de Neymar como faziam, correndo para apenas ele brilhar. Pobre Dorival que montou um esquema sólido, aventureiro mas sólido e viu todo seu esforço ruir por causa de um moleque inconsequente e mimado e que não tem uma pessoa para dizer-lhe que o mundo não é assim. Pobre Mano quero ver o que acharão de ter que jogar ao lado de um jogador com esse perfil, profissionais exemplares como Kaká, Maicon, Lúcio e alguns outros, e pobre de nós ter que aturar um palhaço como esse.
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Em virtude de problemas com internet, computador e mudança de emprego e tal, o blog ficou um bom tempo desatualizado e parado. Para deixá-lo vou mudar o jeito de fazê-lo e assim que eu acabar o novo layout que estou fazendo começo a repassar o modo. Abraços.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Os 100 Anos...
Entre tantas coisas que li nesses dias de comemoração pelos cem anos do Corinthians vai ai o que eu mais gostei, primeiro um texto mais desconfiado do Felipe Lobo do Trivela, corinthiano assumido, e depois do Blog Retrospecto Corinthiano assim como eu um apaixonado e que há vários anos faz um acompanhamento de cada jogo do Corinthians servindo de fonte para este blog, o link tá na lista ai ao lado.
Confissões de um Corinthiano meio que divorciado
É 01h57min do dia 1º de setembro. O dia-do-centenário-do-Corinthians-e-blá-blá-blá, que eu não preciso repetir algo que os leitores da Trivela já sabem à larga - e que levaria a clichês que eles não merecem ler, por inteligentes que são. Deveria ser um dia de festa - e, para mim, o é. Mas é mais de reflexão, na verdade.
Certa vez, um conhecido me disse: "Você, quando era criança, defendia o Corinthians com unhas e dentes. E agora, que cresceu, desanimou?" Como corintiano, assumo: ando meio divorciado do time. Não é "deixar de torcer" - isso, nunca, como quem é fanático por futebol sabe. Aliás, divorciado não é nem o termo certo, mas sim "afastado". É algo triste, muito triste. Inclusive, às vezes me pego em autorepreensões. Por exemplo, quando acompanho demais o futebol holandês. Às vezes chego a falar para mim mesmo: "Ei, rapaz, preste mais atenção no Corinthians. Você começou a gostar de futebol por causa do Corinthians, não por causa do Ajax."
Mas a questão é que... não me vejo reconhecido neste Corinthians de hoje. Não me vejo reconhecido na festa que levou centenas ao Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Fico triste ao ver que o sonhado estádio corintiano está sendo conseguido em meio a um jogo político - pode parecer utópico, mas me agradaria muito mais se o Corinthians pudesse virar para o mundo e dizer "construímos isso sozinhos, não devemos nada disso a ninguém." Seria mais demorado, mais sofrido? Ora bolas, "corintiano, maloqueiro e sofredor", não é isso o que gosta de dizer tanto aquele que tem mera simpatia pelo Alvinegro como aquele cidadão que toda quarta e todo domingo bate ponto no Pacaembu, seja de organizada ou não?
Fico triste quando vejo a paixão sendo vilipendiada por dirigentes ora corruptos, ora populistas. E fico triste quando vejo que parte da torcida corintiana é formada por gente que tem o deplorável comportamento de achar que "podemos tudo porque somos povão" - face da mesma moeda que traz uma suposta arrogância do São Paulo, tão criticada pelos rivais.
Mas, aí, eu paro. E lembro de mim pulando e berrando feito uma besta no gol do Ricardinho, na semifinal do Paulista de 2001; de mim evitando ver os pênaltis da semifinal da Libertadores de 2000, trancado no banheiro, retardando a decepção; do gol do Tupãzinho em 1990, o gol que me fez virar corintiano de vez; a queda triste e esperada para a Série B - e a volta alegre, mas protocolar, à Série A; a Democracia Corinthiana, algo que gostaria muito, mas muito, de ter visto e vivido; da felicidade com a dobradinha Paulista/Copa do Brasil de 1995, primeiros títulos de vulto que vi...
Enfim, por isso, por essas lembranças que temos relacionadas ao nosso time do coração (como todo mundo que tem um time do coração tem), e só por elas, é que eu ainda acho que, apesar dos pesares, vale a pena comemorar o centenário.
Portanto, parabéns, Corinthians. E que minha relação contigo melhore. Espero muito por isso.
Feliz Centenário Corinthians!
Confissões de um Corinthiano meio que divorciado
É 01h57min do dia 1º de setembro. O dia-do-centenário-do-Corinthians-e-blá-blá-blá, que eu não preciso repetir algo que os leitores da Trivela já sabem à larga - e que levaria a clichês que eles não merecem ler, por inteligentes que são. Deveria ser um dia de festa - e, para mim, o é. Mas é mais de reflexão, na verdade.
Certa vez, um conhecido me disse: "Você, quando era criança, defendia o Corinthians com unhas e dentes. E agora, que cresceu, desanimou?" Como corintiano, assumo: ando meio divorciado do time. Não é "deixar de torcer" - isso, nunca, como quem é fanático por futebol sabe. Aliás, divorciado não é nem o termo certo, mas sim "afastado". É algo triste, muito triste. Inclusive, às vezes me pego em autorepreensões. Por exemplo, quando acompanho demais o futebol holandês. Às vezes chego a falar para mim mesmo: "Ei, rapaz, preste mais atenção no Corinthians. Você começou a gostar de futebol por causa do Corinthians, não por causa do Ajax."
Mas a questão é que... não me vejo reconhecido neste Corinthians de hoje. Não me vejo reconhecido na festa que levou centenas ao Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Fico triste ao ver que o sonhado estádio corintiano está sendo conseguido em meio a um jogo político - pode parecer utópico, mas me agradaria muito mais se o Corinthians pudesse virar para o mundo e dizer "construímos isso sozinhos, não devemos nada disso a ninguém." Seria mais demorado, mais sofrido? Ora bolas, "corintiano, maloqueiro e sofredor", não é isso o que gosta de dizer tanto aquele que tem mera simpatia pelo Alvinegro como aquele cidadão que toda quarta e todo domingo bate ponto no Pacaembu, seja de organizada ou não?
Fico triste quando vejo a paixão sendo vilipendiada por dirigentes ora corruptos, ora populistas. E fico triste quando vejo que parte da torcida corintiana é formada por gente que tem o deplorável comportamento de achar que "podemos tudo porque somos povão" - face da mesma moeda que traz uma suposta arrogância do São Paulo, tão criticada pelos rivais.
Mas, aí, eu paro. E lembro de mim pulando e berrando feito uma besta no gol do Ricardinho, na semifinal do Paulista de 2001; de mim evitando ver os pênaltis da semifinal da Libertadores de 2000, trancado no banheiro, retardando a decepção; do gol do Tupãzinho em 1990, o gol que me fez virar corintiano de vez; a queda triste e esperada para a Série B - e a volta alegre, mas protocolar, à Série A; a Democracia Corinthiana, algo que gostaria muito, mas muito, de ter visto e vivido; da felicidade com a dobradinha Paulista/Copa do Brasil de 1995, primeiros títulos de vulto que vi...
Enfim, por isso, por essas lembranças que temos relacionadas ao nosso time do coração (como todo mundo que tem um time do coração tem), e só por elas, é que eu ainda acho que, apesar dos pesares, vale a pena comemorar o centenário.
Portanto, parabéns, Corinthians. E que minha relação contigo melhore. Espero muito por isso.
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