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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Filha da P...

É o que dá vontade de dizer ao ver o árbitro da partida entre Corinthians e Santos, tal o absurdo que foi a participação desse senhor hoje. A começar pela entrada sem bola de Ganso em cinco segundos de jogo e o árbitro nem falta deu, depois pelo penalti - que pra mim não foi, e nunca aquilo será penalti, assim como não foi em Roberto Carlos - mas no lance do Corinthians no segundo tempo ele deu amarelo e a consequente expulsão, a contar Roberto tomou amarelo no lance do penalti santista e foi expulso no lance do penalti corinthiano por simulação. Neymar foi destaque da partida ao lado de Felipe, um por protagonizar todos os lances de ataque do Santos, outro por evitar o gol nos seguidos lances bisonhos de sua defesa, que por sinal vem falhando seguidamente nesse início de temporada.

No fim do jogo mesmo o Corinthians com dois a menos - Moacir foi merecidamente expulso - quase fez, primeiro num bom cruzamento de Dentinho, e o mesmo Dentinho cruzou na cabeça de  Tcheco que de cabeça colocou no travessão, o que iria ser um resultado épico. Mas o que ficou do jogo foi a boa partida santista, mas que em nada mudou a minha opinião, quem quase perde jogo contra nove na hora do vamos ver e com uma arbitragem que não seja tão tendenciosa a seu favor, não será pareo para a maioria dos times da primeira divisão, falta corpo, falta bons defensores, falta qualidade nos volantes, Arouca não me agrada, Brum, Germano e Mancha muito menos, mas do meio para frente é bonito de vê-los jogar.

Para encerrar, não é possível que vá passar sem investigação as declarações de Luis Ceará, que no microfone da band disse que o árbitro foi para o segundo tempo para expulsar jogadores corinthianos e o técnico Mano Menezes, e o principal erro do árbitro na minha oipinião, Dentinho sofre falta e cobra rápido tocando para Ronaldo, e o árbitro manda voltar sem nem dar cartão para o defensor santista, isso fora os dois pesos e duas medidas em todos os lances da partida, como eu disse uma das piores arbitragens que vi na minha vida, um completo absurdo.

Semaninha Cheia Essa!

Quarta duas partidas e sábado mais uma. Ô maravilha, agora no fim-de-semana lesão muscular para curar para poder jogar na próxima semana!

Quarta 1:
Diferença: +6
Gols: +3
Trave: +1

Quarta 2:
Diferença: -1
Gols: +2
Trave: 0

Sabado:
Diferença: 0
Gols: +1
Trave: 0

Saldo geral:
Diferença= -5
Gols= 16
Trave= 7

Desempenho: 2v  2e  3d 

A Semana de Libertadores - Parte 2

O Corinthians entrou em campo, e assim como a sua torcida, esperando uma goleada contra o desconhecido time do Racing uruguaio, e o gol dos visitantes logo nos primeiros segundos de jogo fez com que o visitante que já vinha para jogar fechado, se trancasse dentro de seu campo, o Corinthians chegava até perto da intermediária, mas depois era uma blitz uruguaia que tomava a bola e dava o chutão para frente. E para furar esse bloqueio o toque de bola paciente, jogadas pelos lados (esse o defeito corinthiano a falde jogadas pelos lados), e pivôs bem feitos são a solução, e assim Eliás foi o improvável herói com dois gols de bolas bem tramadas, uma num passe sensacioonal de Tcheco, e outra numa boa jogada de Ronaldo e Souza, que o grandalhão agora camisa número 19 enfiou para o volante alvi-negro. A estréia corinthiana foi boa, o time uruguaio merece mais respeito do que se tem mostrado na imprensa brasileira pois tem um bom time, mas a falta de jogadas pelos cantos do campo, um dos pilares do time no ano passado está enfraquecida, e o Corinhians com o tempo corre o risco de se tornar um time muito previsivel e fácil de se marcar.

O Flamengo entrou em campo para fazer um império do amor contra os chilenos do Universidad Católica, mas Williams tratou de mostrar que tem espaços para vilões também nesse enredo, pois se não fosse o gol antológico de Léo Moura de falta, a sua cabeça estaria a prêmio. Flamengo fez uma boa partida, teve a sorte de que no momento em que o U.Católica mais crescia no jogo inclusive com uma bola na trave o experiente Mirosevic, de copa do mundo e tudo, fez uma infantilidade pisando Toró, e no 10 contra 10 o time chileno não foi páreo para o rubro-negro. Apesar do ataque mais mortal do futebol brasileiro (ao lado do Grêmio, tese que defendo nesse início de ano), do meio para tráz o Flamengo está perdido, e facilmente é envolvido, e também, contra os times fracos isso não tem um grande efeito, mas em jogo duro como os das fases finais da Libertadores, uma falha pode significar um gol, e para reverter isso depois é uma tarefa inglória mesmo para um time que tem Adriano e Love como atacantes.

Agora ninguém decepciona mais e parece estar mais perdido nesse início de temporada que o São Paulo, todos os jogos chaves ele perdeu, e fez um jogo chato e burocrático contra o melhor time que os brasileiros enfrentaram até então na Libertadores, o time do Once Caldas é muito bom e se não fosse o fato de seu treinador ter tremido por enfrentar um time brasileiro e tirado da equipe titular o meia habilidosíssimo Cardenás que já havia feito chuver no jogo contra o Nacional do Paraguai, o placar poderia ter sido construído com um pouco mais de facilidade, o São Paulo não sabe como jogar, Cicinho está perdido em campo, a ponto do limitado José Nuñez ter tido o espaço que quis para jogar, Marcelinho Paraíba não rende o mesmo dos tempos de Coritiba, e Xandão e Cléber Santana são decepções clamorosas desse elenco 2010 são-paulino, acho Ricardo Gomes um bom treinador, mas está começando a ficar nítido que nem ele sabe o que fazer com as peças que tem em mãos, vamos ver até onde vai a paciência da torcida (que em outrora com Muricy já tinha acabado a muito tempo) e da festejada diretoria com o seu treinador nesse início de temporada.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

A Semana de Libertadores - Parte 1

Vi todos os brasileiros essa semana na Libertadores e vi o quão dificil, estranha, e competitiva é a taça de maior prestígio para os times das américas continental.

O primeiro foi o Inter que fez o que pode para perder para o bem montado time do Emelec do Equador, que se não tinha a disposição a mesma qualidade técnica do seu adversário, tinha uma disciplina tática, e um modelo tático muito mais ensaiado e arrumado que ele. Ayoví era o puxador dos contra-ataques, e se não fosse a precipitação poderia ter matado o jogo no segundo tempo numa falha bisonha do horroroso Abondanzieri, isso mesmo, horroroso, ele no seu auge era titular da seleção argentina mais contestado nos últimos anos, agora já em fim de carreira era reserva do decadente gigante argentino Boca Juniors e vem para ser titular do Inter, não é coerente, não é goleiro para jogar em time de segunda divisão brasileira, o que dirá de Libertadores. Voltando ao jogo, o 3-5-2 de Fossati é uma ode ao esculhambamento de um time técnico, e que pode fazer do meio-campo o seu principal trunfo, Fossati priva o Inter do toque de bola refinado e produtivo para uma coleção de chutões e lançamento longos e bolas alçadas na área num deserviço ao time colorado. É cedo ainda e posso me enganar com Fossati mas esse Inter que ele leva a campo é apenas uma sombra do que esse time pode ser, e na hora do vamos ver acontecerá igual aconteceu na final da Copa do Brasil onde tremerá, não por falta de qualidade, mas sim por falta de um time que saiba o que faz dentro de campo, coisa que esse time ainda não sabe.

O Cruzeiro teve dificuldades até a expulsão dos jogadores do Colo-Colo, Roger ainda fora de forma não rendeu o que rendeu quando entrou no segundo tempo do clássico, e o meio-campo bem marcado não dava rítmo ao time, mas com o tempo o time foi se soltando e amassando o time chileno em seu campo, e se não fosse o erro clássico da confiança excessiva de Jonathan, o placar teria sido com menos sustos, mas o Cruzeiro mostra que dentro de casa é um adversário durissímo, e pena ele ter o Vélez em seu grupo que vi jogar na terça, que me impressionei mais uma vez com a qualidade da equipe argentina, que ganhou do Deportivo Itália na Venezuela por 1x0 mas um placar apesar de magro sem sustos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A Necessidade de Números Positivos

Em 1999, o Internacional era um clube quebrado, e digo isto, de um clube que hoje se gaba de ter 42 milhões de reais em cofre para gastar como quiser. Mas naquela época as coisas eram diferentes e iam de mal à pior, e foi Fernando Miranda que começou a colocar a casa em ordem, e fazer as dividas do Inter que eram de jogadores não pagos e adiantamentos de cotas de Televisão se resumi-se ao que é hoje  praticamente só para o governo, e sendo que essa dívida está arrolada atualmente a Timemania, dando gás a gestão atual colorada.

Mas Fernando Miranda nunca foi bem quisto, e lembrado como o homem que conseguiu isso para o colorado gaúcho, por um simples motivo: A falta de números positicos em campo. O Inter quase foi rebaixado duas vezes em sua administração - numa Dunga, o grande volante, não o chato  e teimoso treinador, salvou o Inter - e isso fez de Miranda um demônio para a maioria dos vermelhos do Rio Grande do Sul.

Foi o que aconteceu no Brasil nesse trabalho de Parise, ele ajeitou várias coisas que iam dando errado, montou um departamento Científico que poucos tem no Brasil, mas viu a falta de resultados e números positivos serem a sua ruína, junto a isso o acidente do ano passado só veio a corroborar com essa sua derrocada, e por fim a sua demissão do GEB.

Achava o trabalho de Parise bom, mas não acho errada a sua demissão, não havia mais clime e a torcida já tinha escolhido seu vilão. Quanto a André Luís, se com três jogos foio o veredicto de que não havia mais solução para o time que ele montou, então por que contratá-lo, porque nele a aposta, ou Parise decidiu tudo sozinho? acredito que não.

Acho que o problema do Brasil é mais profundo, é mais complexo, nos resta torcer como fanáticos que somos, são muitos anos com a mesma idéia de futebol e muitos anos sem resultados expressivos, o Brasil se acustomou a dar na trave, e apenas quese chegar, e que a torcida se contente com isso, e isso só não basta para nós fanáticos xavantes.

Quanto a Tonho Gil não conheço, dizem que fez ótimo trabalho no Ypiranga, mas convenhamos, Ypirango não tem nem de perto a pressão que há no futebol pelotense, vou aguardar, como ainda estava aguardando mais alguns jogos para falar do time de André, para falar algo mais profundo sobre o Xavante, mas para mim com certeza não era Parise e muito menos André Luís os problemas da falta de resultado xavante, não eram mesmo!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Voltando!

Pouco vi Futebol nos últimos dias, carnaval na minha rua, mais barulho e folia que tempo pra ficar na frente da TV pra ver a bola rolar, e minha fonte de informação, a internet, recheada de notícias, então aos poucos eu processo isso e volta com novidades!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O Futuro Não é Tão Longe Assim

"Nosso negócio é uma bolha que ainda não explodiu, assim como o ramo imobiliário, os bancos, e os seguros."

Jean-Michel Aullas, presidente do Olimpique Lyon da França, falando sobre a grave crise que está se aproximando dos clubes europeus que deve mudar a forma de ver o futebol em pouco tempo em entrevista a France Football.

Corinthians 3 x Mogi-Mirim 0

Na melhor partida - taticamente falando - do Corinthians na temporada, os destaques foram os não constantes Souza e Morais, e os sempre excelentes Chicão e Jorge Henrique, e o maior susto corinthiano foi a lesão no final do primeiro tempo do goleiro Felipe.

Como digo, o Santos foi a Mogi e perdeu, e pra mim o Corinthians só perde o Paulistão se não se classificar, ou em algum momento diferenciado nos clássicos, do resto ta sobrando em relação aos rivais tradicionais da capital, e o interior geralmente treme nas horas decisivas, ta pintando o bi que não vem desde a época da democracia 82-83.

Contra o que todos pensavam, mesmo Mano fazendo um rodízio de jogadores conseguiu dar padrão tático a esse time, agora falta a definição do time tirular que pra mim é Felipe, Alessandro, Chicão, Willian, Roberto Carlos, Marcelo Mattos, Eliás, Tcheco, Danilo, Jorge Henrique e Ronaldo, e acho também que na cabeça dele não é diferente disso.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Nem Tudo é Perfeito!

Boa exibição, com gols e tudo mais que se tem direito, mas...não deu foi uma derrota acachapante, com direito a tomar sete gols em cinco minutos, depois faltou tempo e pernas para recuperar,

Pelo menos feliz por ter agüentado um jogo onde o outro time passou me batendo o joelhinho velho de guerra demonstrou que está em forma novamente.

Saldo do dia:
Diferença= -7
Gols= +4
Trave= +2

Saldo geral:
Diferença= -10
Gols= 10
Trave= 6

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Grêmio 3 x Araguaia-MT 1

Foi o jogo que parei para ver com mais atenção, tentar ver o padrão de Silás, e ver como Douglás iria se sair no seu segundo jogo cm a camisa gremista, e para variar o que preocupa é o fato de o Grêmio só ter saído ganhando em apenas uma partida esse ano, do resto saiu perdendo em todas, e contra o time mais cascudo que enfrentou, o Inter, no clássico, não conseguiu reverter o placar adverso.

O Grêmio parece estar sempre com preguiça, excluindo a infernal dupla Jonás-Borges, o resto parece estar sempre em camera lenta, e quando resolve jogar, consegue os gols e vira o placar, foi assim em todos os jogos no Gauchão(excessão o Gre-Nal), e foi assim ontem novamente.

Quanto a Douglás mostra-se ter os mesmos problemas da época de Corinthians, habilidade e capacidade são indiscutíveis, mas o problema é fazê-lo jogar, deu passes ontem, assistências, mas ainda tem o problema é fazer com que faça isso mais seguido, assim como a vontade de entrar dentro da área para buscar a finalização.


Como ponto positivo Fábio Rochemback acordou de longas férias, Maylson pra queimar minha língua fez boa partida chamando o jogo para si, e Borges que com os gols de ontem chegou a nove na temporada, Jonás tem cinco, os dois juntos são responsáveis por 78% dos gols gremistas, Borges sozinho fez a metade, e vem sendo sem dúvida alguma, o ataque mais mortífero desse início de temporada no futebol brasileiro.

Da equipe do Araguaína, time muito bem postado, com o meia Verona como o jogador que levava a equipe para o ataque com bons passes e visão de jogo, mas o grande destaque foi o meia Diniz, com grande habilidade, e capacidade de abrir espaços me impressionou positivamente. Foi uma pena não termos o segundo jogo desse confronto, de todos os pequenos que vi jogar, o Araguaína foi quem mais me impressionou.