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terça-feira, 19 de julho de 2011

O renascer do Santos

O Santos anuncio na última semana duas das melhores contratações de times brasileiros no ano: Henrique, ex-Cruzeiro e Ibson, ex-Spartak Moscou. Ambos volantes de toque de bola, no caso de Henrique muita marcação e força mas com uma boa chegada a frente e olhando para o elenco do Santos, quem joga com Adriano como cão-de-guarda ter agora Henrique como opção é um acréscimo sem precedentes.

O caso de Ibson é ainda mais gritante, com a eminente saída de Ganso, e as já acertadas de Alan Patrick, Alex Sandro e muito provavelmente Danilo, contar apenas com Róger Gaúcho e Felipe Anderson para armação é muito pouco para o CB, imagine para o Mundial no fim-do-ano, e mais, se tratando de Ibson, ele é um dos meias mais completos que tivemos nos últimos anos no futebol brasileiro, marca, tem bom passe, aparece a frente com facilidade, tem boa finalização tanto de curta como de média distância, dará ao time da baixada santista opção que ainda não tinha com os meias atuais do elenco, e fará com Arouca um dupla sensacional de se ver jogar.

Não gosto do estilo Muricy, e acho que em todos os seus "grandes trabalhos" o time rendeu muito mais que ele – vide essa Libertadores em que ele se esforçou até o último minuto para perdê-la – mas o time que estão colocando em suas mãos vai se tornar uma equipe baseada num meio-campo extremamente marcador e de saída qualificada de bola, isso é se Adriano não continuar como titular, de repente com Henrique, Ibson e Elano jogando juntos, coisa que eu não duvidaria nada vindo de quem é o treinador.

sábado, 9 de julho de 2011

Por que o futebol da Copa América é tão fraco?

Brasil com uma seleção de jovens que se pelo menos achava-se que iria jogar um futebol ofensivo, esbarra na falta de entrosamento e pouca objetividade de seus atacantes, a Argentina, que antes todos alardeavama culpa de Maradona pelo mau futebol apresentado anntes e durante a Copa do Mundo - pra mim também era - mas o que se vê agora é uma seleção igualmente confusa e sem padrão tático, Chile trocou de treinador e vem jogando mais pelo apoio de sua torcida - já que seus jogos foram quase na fronteiro com o país - do que apresentando um bom futebol, sem Bielsa jogadores que brilhavam com ele como Beausejour e Suazo estão sumidos em campo, México e Costa Rica vieram com jogadores convocados às pressas, Colômbia vive seu estigma de jogadores talentosos como Falcão García, Zapata e Freddy Guarín, mas que não consegue traduzir isso num futebol coletivo e que dê resultados.

Tudo isso agregando-se o futebol defensivo de Equador e Paraguai, e as fracas seleções do Peru, Bolívia e Venezuela, resultam numa competição que até agora teve apenas as rivalidades como atração, futebol bem jogado e gols, qualidade de espetáculo e outros ites que compõe um espatáculo de futebol passam longe da Argentina nessa Copa América.

Até o Uruguai, hoje o time mais pronto e cascudo do continente, que joga junto a mais tempo, que tem jogadores que já se conhecem, que fizeram uma grande Copa do Mundo, se perderam numa que parece falta de vontade tremenda de jogar a competição. O que eu não acredito que seja a verdade, já que ele é a chance de resgatar de vez o tão empobrecido futebol do país.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Pra quem não sabe de quem estão falando!

Abaixo uma reportagem do site Olheiros.net sobre o novo treinador gremista Julinho Camargo, especialista no trabalho com jovens e multi-campeão em times de base e com dois bons trabalhos como treinador profissional no RS.

O Olheiros é um site especializado em divisões de base e fala com muita propriedade sobre o trabalho de Julinho Camargo, já que há um bom tempo destaca-o em sua suas matérias.

Gabriel Seixas - Olheiros

Voltemos pouco mais de dois anos: em abril de 2009, quando Celso Roth foi demitido do tricolor, Julinho Camargo estava em alta no clube. Dirigindo os juniores gremistas desde 2005, o treinador conquistou nada menos que oito títulos em quatro anos e nutria esperanças pela grande oportunidade profissional de sua vida: assumir o comando do elenco principal. Porém, àquela época, Marcelo Rospide foi quem assumiu interinamente e acabou dando lugar a Paulo Autuori no mês seguinte, motivando Julinho a dar um novo rumo a sua carreira longe do clube.

Eis que, na última sexta-feira, a sua nomeação como técnico da equipe profissional do Grêmio não apenas o premia tardiamente pelos serviços prestados na base gremista, como também renova as perspectivas pelo resgate da autoestima e do potencial de diversos pratas da casa. Em sua última passagem pelo clube, Julinho participou da formação de diversos jogadores do plantel atual, como Saimon, Neuton, Adilson, Fernando e Willian Magrão – dos quais muitos se encontram expostos negativamente pela má fase do time.

A chegada do ex-auxiliar de Falcão no rival Inter possui um significado de recomeço para alguns atletas alçados ao time principal gremista cercados de muita badalação e que hoje se encontram esquecidos no elenco. Mithyuê é o caso mais emblemático. Por indicação do próprio Julinho Camargo, o meia trocou o futsal pelos campos, foi trazido ao Grêmio em 2008 e converteu-se no grande nome do título do Campeonato Brasileiro Sub-20 daquele ano, uma das maiores conquistas de Julinho na base tricolor.

O atacante Wesley, artilheiro gremista naquela disputa com quatro gols, também terá mais uma chance de vingar no time de cima, bem como seu companheiro de posição Roberson. O meia Pessali também simboliza este panorama. Em entrevistas recentes, Julinho já acenou com a possibilidade de aproveitá-lo como terceiro ou quarto homem de meio-campo, possivelmente fazendo do jovem de 20 anos um reserva imediato de Douglas. Mateus Magro, promovido junto com Pessali ao elenco principal em 2011, também surge como opção.

Paulo Odone, atual presidente do clube, sabe muito bem do profissionalismo e do conhecimento tático e técnico do treinador. Em sua primeira gestão no tricolor, Julinho Camargo iniciava sua carreira na base do Grêmio com apenas 18 anos, em 1989. Ainda que parte da mídia insista em o tratar como um “marinheiro de primeira viagem”, o comandante já acumula 22 anos na função e terá a chance de reafirmar sua competência  num clube (e com um elenco) que conhece muito bem.

Em sua passagem mais marcante pela base gremista, Julinho assumiu o comando dos juniores em 2005 e conquistou títulos renomados como o Brasileiro Sub-20 e a Taça BH, ambos em 2008. O treinador também faturou o tricampeonato estadual da categoria entre 2005 e 2007, a Copa FGF, a Copa da Amizade no Japão e o Torneio Angelo Dossena. O trabalho do treinador na formação de jogadores importantes na história recente do clube também merece ser creditado, tais como Lucas Leiva, Carlos Eduardo, Anderson, Rafael Carioca, Leo e Douglas Costa.


A combinação da qualidade do material humano que terá a disposição, de sua adaptação ao ambiente do clube e seu conhecimento do plantel (Julinho já trabalhou com 17 jogadores do atual elenco) tem tudo pra dar certo. No mais, também não há como fugir da correlação da trajetória de Julinho com a de treinadores consagrados no cenário nacional, como Ney Franco e Mano Menezes, que também iniciaram suas trajetórias à beira dos campos a partir da formação de atletas. Julinho terá a chance de reescrever seu nome na história do clube naquele que, sem dúvida, será o mais importante capítulo. Certamente para o bem.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Falta uma referência a seleção

Nos anos 80 a seleção foi de Zico e de Careca, nos anos 90 de Bebeto e Romário, nos anos 2000 de Rivaldo, ROnaldo e Roandinho Gaúcho, só que todos eles melhores do mundo em seu tempo se foram, e hoje nos resta a geração de deveria ser de Robinho que não explodiu, e passa o bastão a garotos como Neymar e Ganso, nitidamente tímidos dentro de campo ontem contra a Venezuela, Ganso mesmo parecia que não queria pegar a bola, errava passes que ele nunca errou no Santos, mas que ontem nitidamente pesado com o peso da camisa da seleção errou.

Falta quem diga: Dá a bola pra mim, toca em mim, eu resolvo. Esse cara hoje se estivesse jogando regularmente e plenamente recuperado de sua cirurgia seria Kaká. Mas ele Kaká remete a algo não tão longe - o homem chave de Dunga - e seria estranho ver ele sendo o homem chave de Mano, mas é o jogador que faltou ontem, alguém com que os venezuelanos se preocupassem a ponto de se perder na marcação e que desce espaço para os outros poderem jogar mais soltos e sem tanta pressão.

A tendência é que aos poucos todos vão se soltando, e comecem a brilhar mais, mas ficou nítido para todos que falta um líder pra talentosa garotada que está na Argentina.

E pelas notícias de hoje também é nítido que não é colocando mais garoto - Lucas - em campo que tudo vai se resolver, com isso corremos o risco de passar muito trabalho com o cascudo time paraguaio de Lucas Barríos, Santa Cruz e cia que têm experiência e um time bem montado por Gerardo Martino.

Sem vergonhice aguda é meu problema

Com o perdão da expressão, ser torcedor é foda. É foda porque mesmo depois de dizer aos quatro ventos que iria dar uma boa parada no futebol , já bate uma angústia para ir a Baixada amanhã ver o que dá para esperar do time  - agora sim dá para se dizer isto - de Beto Almeida, time que ele está montando, com as suas peças, da sua forma e do jeito que ele quer, com os jogadores de confiança dele que a diretoria aparentemente está fazendo força para trazer.

Luis Carlos e Marcos Denner são contratações de peso para uma Série C, Jonas, se for o zagueiro seguro e sério dos tempos de Pelotas, também, e Asprilla é um jogador que há bem pouco tempo atrás estava jogando Série A - e como titular - ou seja, não a como ir contra a sua contratação. E Juninho encantou a todos com seus gols pelo Farroupilha é uma aposta extremamente válida.

De boa notícia também serve as renovação de João Emir e Juba, que foram as salvações da medíocre Segundona que o Brasil fez, mas ainda faltam laterais mais confiáveis e, claro, opções, porque a principio estamos montando no máximo um time e não um grupo para subir, fato que em outras temporadas na Série C já foi o porque de nossa eliminação.

Amanhã é dia de conferir tudo isso, dia de ver o que o time de Beto Almeida pode oferecer, e chegar a conclusão que ser torcedor é a maior prova da falta de vergonha do meu caráter.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Minha seleção da Libertadores

  • Rafael - Santos
Foi muito exigido em jogos chaves do time santiata e pegou muito, contra o América-MEX principalmente foi decisivo.

  • Corujo - Peñarol
Lateral que joga como volante também, bate forte na bola e tem ótima chegada ao ataque, começa a ganhar espaço também na seleção uruguaia.

  • Edu Dracena - Santos
Foi o líder da defesa retranca de Muricy, tem ótima colocação e boa velocidade.

  • Cézar Benítez - Cerro Porteño
O veterano zagueiro paraguaio fez um Libertadores para dar mais uns anos a aua carreira, marcou o rápido ataque santista 4 vezes nessa Libertadores e em todas teve destaque pelo alto número de desarmes.

  • Léo - Santos
Outro veterano que jogou muito. Grandes partidas defensivas - e ele sempre teve no ataque seu ponto forte - e participações decisivas no ataque. Foi o parceiro ideal para Neymar conseguir demolir com os jogos pelo lado esquedo.

  • Victor Cacerez - Libertad
Há bastante tempo no clube de Nicolás Leóz, é o dono do meio-campo aguerrido do time, hoje é titular do meio-campo da seleção paraguaia, bom na bola aérea, e com um poder de marcação impressionante, anulou Conca nos dois jogos contra o Fluminense.

  • Samudio - Libertad - Libertad
Autor do gol que eliminou o Fluminense da competição, canhoto, com chute forte, pode jogar também na lateral, e com a característica de ter uma grande saída de bola em velocidade.

  • Maximiliano Moralez - Vélez
Objeto de desejo de grandes clubes do Brasil, baixinho enjoado, rápido, e driblador, foi o responsável por levar o bom time do Véles a semi, sendo a pricipal arma nos fortes contra-ataques da equipe argentina.

  • Martinuccio - Peñarol
O jogador diferente da equipe uruguaia, extremamente promissor, dribla fácil, bate bem na bola, gosta de fazer gols, fez um golaço contra o Inter, e um decisivo contra o Católica, seus gols sempre aparecem quando o time mais precisa.

  • Neymar - Santos
É hoje o jogador de quem amis se espera no continente sulamericano, você sabe o que ele vai fazer, mas ainda não conseguiram para-lo, fez partidas exuberantes, e outras nem tanto, mas foi sempre a arma mais letal do ataque santista, deixou Paulo Henrique Ganso e Elano como coadjuvantes.

  • Juan Manuel Olivera - Peñarol
Grandalhão, exemplo completo do tipo de jogador que raramente vai mal em Libertadores, ótimo na bola aérea e não é nenhum grosso com a bola no chão, se Martinuccio fez os gols decisivos, ele fez gol sempre.

Não esquecendo que escrevo isso antes da final, a decisão para ver quem foi o craque da competição é simples, se Santos ganhar Neymar será o escolhido, e o Peñarol levar, Martinuccio será o escolhido.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O dia em que se tem que fazer tudo ter valido a pena

O Brasil já esteve considerado morto, tentou se matar várias vezes, deixou de fazer com que a sua classificação a última fase, e sabe-se lá como conseguiu chegar a condição de ainda estar na zona de classificação na última rodada, dependendo só dele para ser o improvável finalista dessa segundona.

Entre todos os times o Brasil é o que tem os menores destaques, no individual o Cerâmica e Brasil-Fa se destacam mais, não tem uma estrutura de time definida, não tem nem esquema pronto - e olha que até Beto Almeida já tem quase 20 jogos no comando da equipe - até figuras conhecidas da torcida que poderiam ser a referência da equipe são criticadas, são massacradas pela mídia e, principalmente pela torcida, mas ainda assim, mesmo com tudo isso, o time conseguiu ser um "Highlander" dessa segundona, contando com a sorte dos resultados favorecerem, e com, é lógico ao percebemos que falamos de Sugunda divisão, a falta de qualidade dos outros times.

Hoje é o dia da bola de Lino entrar, de juba driblar os três que seguido ele dribla, mas na hora do chute soltar um canudo no ângulo, e não furar em bola, é dia da cobrança do escanteio ser bem feita e o improvável Ronan ser o herói da classificação, é o dia para Ramos  e Moscatelli entrarem em campo comendo areia e terra se necessário e não serem os jogadores sem vontade que foram até o momento, é o dia de todos eles olharem para a arquibancada e verem que numa quarta-feira a torcida viajou horas apenas, e exclusivamente apenas, para apoia-los, para gritar e cantar num frio que estará de rachar em Farroupilha, hoje é o dia deles fazerem tudo isso ter válido a pena.

Se depois vamos subir, provavelmente digo até que não, mas com certeza na fase final, os outros pensaram: "se puderem nos eliminar que eliminem de uma vez", pois se houver esperança a gente volta, e na nossa volta amedrontamos tudo e todos, agora vamos usar isso a nosso favor e não tranformar em pressão contra a gente.

O dia em que se tem que fazer tudo ter valido a pena, hoje é o dia de dizer nós subiremos passando por cima de quem nos enfrentar, e que demorou mas o gigante acordou...
O zagueiro Hugo Campagnaro, do Napoli, foi acusado formalmente de homicídio culposo pela morte de três pessoas em um acidente automobilístico ocorrido na última quinta-feira em uma estrada no centro da Argentina. O promotor Walter Guzmán entrou com uma representação por considerar que o defensor argentino conduzia seu veículo “de forma imprudente”, segundo indormação das agências internacionais.

Campagnaro conduzia sua camionete quando bateu em um automóvel no qual estavam dois policiais, Soledad López e o agente Héctor Escudero, que faleceram no hospital da cidade de Río Cuarto.

A outra vítima fatal foi um dos acompanhantes do zagueiro, Alvaro Castelli. Campagnaro e outro amigo foram hospitalizados, sendo que o jogador deverá receber alta nos próximos dias. A situação de Federico Molina, no entanto, é mais grave, permanecendo na UTI.

A promotoria ainda aguarda os resultados dos exames que revelarão se o defensor argentino havia consumido álcool para, em caso positivo, anexar ao processo.

Hugo Armando Campagnaro tem 31 anos e começou em 1999 no modesto Deportivo Morón, de Buenos Aires. Quatro anos depois seguiu para o futebol italiano, primeiro para o Piacenza, depois para o Sampdoria e finalmente para o Napoli, onde chegou no ano passado.

OBS do Blog: Bater o carro em que estavam dois policiais, é demais até pra mim que sou quase que o azar em pessooa.

domingo, 5 de junho de 2011

A seleção e sua falta de um corpo definido

Mano é um baita treinador e disso ninguém fala o contrário, mas falta a sua seleção uma cara definida, e claro o que ninguém é capaz de treinar sem treinar muito um time: Entrosamento. Neymar é craque, Lucas chegará ao seu mesmo nível, Ganso faz uma falta danada - apesar desse ano ele ainda por cxausa das lesões não ter conseguido mostrar o seu futebol - controlando o jogo o que a cada jogo faz mais falta ao time de Mano.

Dani Alves é a peça que mais vem se destacando, Ramires apesar da velocidade aina não me convenceu no meio, Lucas vem fazendo um feijão com arroz bem feito como volante, a zaga não prega tantos sustos, ou seja, falta acertar a linha de frente, falta acertar o centro-avante, que deve ser Pato, e Robinho ser mais participante do jogo, que ultimamente vem jogando só no nome, aliás, como há tempos vem fazendo o atacante hoje do Milan.

O trabalho de Mano é bom e acredito nele, pena que agora uma parte da torcida já vai começar a chiar, depois vem a mídia, depois todos já sabem o fim do filme. Deixa ele perder a Copa América pra ver o que acontece.

"O time que quero" by Caio Junior

Antes de tudo peço desculpas aos leitores do blog, e aos que sempre dão aquela forcinha para mim ao estar sempre ai dando uma olhadela no que se passa nesse espaço, por motivos de serviço, estudos e tudo mais anda sobrando pouco tempo para vir aqui e escrever o que vejo do futebol, hoje tentarei tapar um pouco do buraco das últimas semanas mas peço também um pouquinho de compreenção e que tentarei não deixar tanto tempo o espaço sem atualizações.

Feito o esclarecimento vamos ao assunto:

Vi ontem Ceará e Botafogo, jogo fraco tecnicamente mas corrido, até certo ponto bom de se ver, mas ao escutar a entrevista coletiva de Caio Júnior me assustei ao ver ele dizer que "aquele era o Botafogo que ele queria", que foi aguerrido, e marcou o time do Ceará. Bom enfim, comecemos pelo adversário, era o fraco Ceará, que brigará para não cair, que teve em Iarley seu melhor jogador - sim Iarley - e que tem um elenco fraco, um time médio para fraco, e que comete erros infantis para quem está na Série A, algo que no fim-do-ano geralmente acaba premiado com o rebaixamento.

Quanto ao Botafogo, o time só fez gol no Ceará graças a duas falhas bisonhas do time cearence, uma de Fernando Henrique e outra da zaga como um todo, onde uma furada de bola de Marcelo Mattos resultou num passe para o zagueiro Antônio Carlos, se não fosse isso, ele Botafogo não teria feito nada além de uma bola na trave no fim-do-jogo quando o Ceará já estava no desespero, o que é muito pouco para o time carioca.

O Botafogo é dependente de Loco Abreu, sem ele o time é mais do que comum, é ruim mesmo, sem o poste fincado na área os jogadores não sabem o que fazer com a bola, talvez com a estréia de Renato no meio-campo e de Adaílton na zaga o time melhore mas não vejo como isso ser um melhora significativa, o que torna um empate contra o rebaixável Ceará bom, então torna o Botafogo um candidato sério ao rebaixamento, o fim-do-ano não custuma perdoar erros.